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domingo, 22 de junho de 2014

Sacrifiquem...
Matem o que mata.
E mesmo que não matem...
Eu já morri.
Não vejo. Não ouço. Não sinto.
Qualquer mentira, qualquer lágrima...
Estou anestesiada, entorpecida.
Livre de qualquer sentimento.
Não, não morra agora.
Por favor, não chore...
Corra para qualquer outro mundo.
Apenas não chore... Não morra.
Vá... E, por favor, não me diga que tem que ir.
É tão ruim quando você diz adeus.
Vá... Sinta aquele silêncio...
Eu vou estar esperando por você.
Sempre estarei.