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terça-feira, 25 de junho de 2013

Fênix

Em meu interior, você se torna cinzas, meu sangue é puro ódio, minha vida é puro nada. Aguardando o renascimento da minha Fênix.
Em que me tornei? Que monstro sou?
Não me reconheço no reflexo do coração quebrado... Que coração é esse? Por que se quebrou?
Em mim, vejo o céu escurecendo, o dia virando noite. E a Fênix voa livremente nas minhas trevas, iluminando meus medos, queimando minhas esperanças. Por que ela sempre retorna? Volte às cinzas! Eu quero ver o sol novamente... Fênix, alimente-me do seu fogo! Reviva minha ilusão. Dê-me asas flamejantes, para eu ser livre e vagar em teus pensamentos, como vagas no meu... Oh, minha incompreensível Fênix!